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Universidade celebra acordo de cooperação com instituição francesa 8/Jul/2016 às 17:15

A colaboração entre a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e a Universidade Paris Descartes (UPD), na França, será formalizada na próxima terça-feira, 11, na Reitoria da UPD, em Paris. Na ocasião, um acordo específico para a área de Ciências e Técnicas das Atividades Físicas e Esportivas será assinado pelo representante da reitora, Márcio Venício Barbosa, secretário de Relações Internacionais e Interinstitucionais da UFRN (SRII).

O ato contará com a presença da professora Petrúcia Nóbrega, do Departamento de Educação Física da UFRN (DEF), responsável pela mediação entre ambas as instituições. A colaboração entre as duas universidades acontece informalmente desde 2008 e já rendeu publicações comuns de livros, artigos, além da criação de um site em 2015.

O acordo

Voltado ao Programa de Pós-Graduação em Educação Física nos níveis de mestrado, doutorado, pós-doutorado e estágio sênior, o acordo com duração de três anos define o programa de trabalho entre as universidades e contempla as relações entre o laboratório do grupo de pesquisa Corpo, Fenomenologia e Movimento (Estesia) da UFRN e o laboratório EA 3625 TEC, da UPD.

Atualmente a UFRN mantém acordos de cooperação científica, técnica, cultural e pedagógica com 224 instituições internacionais de 34 países.

Fonte: https://sistemas.ufrn.br/portal/PT/noticia/18944353#.V4AUmtIrLIU

Comentários

Por Roberto Affonso Pimentel
em 9 de Julho de 2016 às 10:20.

A quem possa interessar...

Atendendo convite, entrei no link para dar um contributo ao apelo da Universidade. Desisti! E aí lembrei-me de alguns fatos que nos impedem de participar desse seleto e competente grupo de estudiosos.

Criou-se no país a impressão que descobertas inovadoras no âmbito científico é primazia do meio acadêmico e, pelo visto, aos mais renomados e participantes de eventos internacionais. Vã devaneio!

Participei (dois dias), junto com duas centenas de professoras, do I Congresso Internacional de Neurociência aplicada à Educação (Rio, julho/2015). Uma farsa, que teve inclusive vários protestos junto ao organizador sobre a condução dos temas. Absolutamente NADA se aproveitou! 

Agora vemos acima mais uma iniciativa acadêmica para os MESMOS terem oportunidade de se manifestarem e frequentarem viagens e enriquecer os currículos. Mas de prático, apenas algumas miudezas que nunca acrescentaram nada.

O pior é que parece ser conduta mundial entre eles. Senão vejam o "GRITO" de uma discípula de Manuel Sérgio, a profª. Eugenia Trigo, buscando um bate-papo, conversas “de café” – ou “bar” – sobre Ciência, especialmente da Motricidade Humana: 

MANUEL SÉRGIO: ¿UN TESORO FILOSÓFICO DESPERDICIADO?

PENSAR E TRANSFORMAR: UM LEGADO DE MANUEL SÉRGIO

Por Eugenia Trigo, discípula de Manuel Sérgio

"A minha escrita não está em conformidade com as normas de publicação científica". Vergonha! ""

Por Roberto Affonso Pimentel
em 9 de Julho de 2016 às 10:23.

Pensei. E agora o que importa não é o texto, o conteúdo, a proposta, a ideia, mas do jeito que está exposto, como é dito. Claro, a "ciência clássica tradicional-positivista-quantitativo" não pode permitir em seu recinto outros pontos de vista da ciência e, portanto, tampouco outras formas de abordar o conhecimento.

Essas guinadas, em vez de calar a boca, me dirigem à rebelião e novas criações. Assim, nasceu o projeto IISABER editorial, porque acreditamos que o "rigor" é muito diferente em diferentes períodos históricos e a História, será a que dizem, em sua época, que conhecimento tem contribuído no mundo ou apenas foi "indexado" para revisão...?

-- Em que apostar? 

 --  No meu caso eu tenho claro, e este livro coletivo é um exemplo dos autores empreenderem um projeto "não indexado". Obrigada pela coragem demonstrada e alegria para afrontar e enfrentar as críticas que certamente alguns de vocês vão ter de seus "pares acadêmicos".

Se fizermos uma verdadeira homenagem a um professor e amigo, Manuel Sérgio, aprenderemos com ele como ir além de onde ele veio. Caso contrário, deixar passar história e esperar "outros" que podem, têm mais coragem e audácia, mais oportunidades, mais visões, para realizar os sonhos de Manuel Sérgio. Digamos que somos seus “seguidores”, mas não seus continuadores.

 

Por Roberto Affonso Pimentel
em 9 de Julho de 2016 às 10:25.

(em continuação...)

Convite

Sobre a Ciência do Movimento Humano (CMH) preconizada por Manuel Sérgio e sua independência acadêmica.

-- Esforcem-se para a divulgação de CMH através de vários meios, com várias propostas, temas e estratégias.

-- Criar equipes interdisciplinares para estudar a CMH em profundidade e contexto e propor experiências diferentes, pesquisa e dar a conhecer ao mundo.

-- Criar páginas pessoais, grupos, instituições dirigidas pelo próprio povo. Pesquisar a inter-relação entre teias.

-- Para promover vários eventos em nossos espaços de vida (família, acadêmico, etc.), em que se mostra através de várias experiências que a CMH é o que dá ao ser humano a sua importância no mundo.

-- Esforcem-se para mostrar ao mundo o que somos e fazemos, através de escritos – artigos, livros, ensaios – vídeos, pintura, música, etc., para explicar nossas criações e fundações.

-- Formação de professores em todas as áreas do conhecimento, tendo como base e fundamento a CMH.

Para isso devem ser desenvolvidas PAIDEIAS (*), diversidade que pode ser aplicada a estes diferentes contextos, sem perder os princípios ontológicos e epistêmicos e do CMH. Enfim, tudo do que somos capazes de criar, construir e disseminar coletivamente.

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(*) - Paideia (em grego antigo: παιδεία) é a denominação do sistema de educação e formação ética da Grécia Antiga, que incluía temas como ginástica, gramática, retórica, música, matemática, geografia, história natural e filosofia, objetivando a formação de um cidadão perfeito e completo, capaz de liderar e ser liderado e desempenhar um papel positivo na sociedade. O conceito surgiu nos tempos homéricos e permaneceu em sua essência inalterado ao longo dos séculos, embora variando suas formas de aplicação e as disciplinas envolvidas, e continua a interessar muitos educadores e pensadores contemporâneos.(Wikipédia)


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