Eu tenho defendido e nós temos defendido o quanto essa combinação entre mulheres, skate e liberdade é um rolê que dá muito certo e que é muito importante dentro desse contexto ainda opressor e carregado de preconceitos contra nós, mulheres.
Recentemente, me deparei com a matéria “Rodas, encontros e liberdade: skate une mulheres em rolês em São Paulo”, da jornalista Silvia Melo, sobre um grupo de mulheres que se reúne em São Paulo para aprender a andar de skate, mas também para se fortalecer. O projeto @skateparaelas existe desde 2019 e tem como objetivo superar preconceitos e opressões, além de possibilitar a liberdade das mulheres, seja em cima do skate ou fora dele.
Projetos como esse já existem em outros lugares, como, por exemplo, os que eu já apresentei aqui na comunidade, como o movimento London Skate Mums e também o IracemaStreet, projeto aqui da minha terra, Fortaleza.
A dinâmica é bem parecida: mulheres se reúnem para andar e/ou aprender a andar de skate, mas também vivem momentos de escuta, debate e ações, em busca dessa liberdade.
Para ler a matéria completa, acesse: Rodas, encontros e liberdade: skate une mulheres em rolês em São Paulo — Catraca Livre
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