Resumo

Este ensaio propõe suscitar reflexões sobre outras formas de pensar e intervir na educação física, partindo da seguinte questão: pode a educação física ser decolonial? Por meio de autores que problematizam a modernidade e idealizam um projeto decolonial que reconheça e valorize a diversidade corporal, o texto propõe um debate reflexivo sobre a possibilidade de uma educação física justa e comprometida com a superação da subalternidade. Nesse processo, são levantadas questões sobre a modernidade e seus aspectos segregacionistas, os traços decoloniais presentes na educação física brasileira (notadamente na década de 1990) e perspectivas para uma educação física decolonial por meio de práticas corporificadas.

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