Ausência masculina nas aulas de ginástica coletiva: reflexões acerca das relações de gênero e preconceito
Por Mauricio Fernando dos Santos Silva (Autor), Eliane Regina Crestani Tortola (Autor).
Resumo
Dança e ginástica, como práticas sociais, ainda são vistas como atividades femininas, graças ao preconceito e a cultura machista entranhada na sociedade, “relacionados aos papeis de gênero, principalmente depois da primeira infância, onde poucos meninos matriculam-se em turmas de dança, voluntariamente” (Bruno, 2018, p. 18). Contribui, ainda, para a ausência de homens nessas aulas, a falta de interesse ou desconforto, por falta de representatividade masculina nessas práticas, que faz com que os homens se sintam fora do lugar, tendo em vista que, muitas vezes, a presença feminina é predominante.