Brincadeiras e mídias: um mapeamento da temática nas produções científicas
Por Álvaro Silva Pivetta (Autor), Kariza Tamiozzo Menegazzi (Autor), Laura Menezes Montezano (Autor), Maria Cecilia da Silva Camargo (Autor).
Resumo
Atualmente tornou-se corriqueiro que muitas crianças têm fácil acesso a diferentes dispositivos digitais, como computadores e celulares, utilizados por elas com grande desenvoltura, desde muito cedo. Essas novas gerações passam a ser denominados por Prensky (2010) de nativos digitais, pois já nascem em meio ao universo digital, o que faz com elas desenvolvam uma facilidade maior no manuseio dessas tecnologias, não precisando passar por adaptações, como aconteceu com as gerações anteriores caracterizadas como imigrantes digitais (PRENSKY, 2010). Em outras, palavras as crianças deste século nasceram com essas ferramentas já existindo, assim quando elas começam a ter contatos com esses aparelhos não possuem tanta estranheza, pois é algo que se torna habitual para elas, ou seja, Todo esse contexto, marcado pela presença de recursos tecnológicos, acaba por exercer influência sobre as manifestações corporais criadas pelas novas gerações (SARMENTO, 2015). A infância vivenciada por essas novas gerações foi denominada por Dornelles (2011) de cyber-infância e se constitui de crianças com acesso as Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação – TDICs (TEZANI, 2017), as quais costumam estar bastante presente em seu dia a dia, de uma forma um tanto que corriqueira.