Resumo

Esse artigo analisa a produção acadêmica brasileira sobre a inserção da Educação Física na área de Linguagens em documentos curriculares oficiais. Por intermédio de uma revisão sistemática, com apoio em análises bibliométricas e semânticas, foram identificadas tendências, lacunas e implicações para a formação docente. Os resultados apontam concentração de estudos no período pós-BNCC, matrizes teórico-metodológicas apoiadas nas abordagens críticas e fragmentação teórica sobre a noção de linguagem. Três núcleos estruturam a discussão: normativo (diretrizes curriculares), conceitual (matrizes teóricas da linguagem) e profissional (formação e prática docente). Conclui-se que, apesar do avanço normativo, ainda há desafios epistemológicos e formativos para consolidar a Educação Física como linguagem. O estudo contribui para orientar políticas de formação docente e novas

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