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.Resumo

Somos marcados, demarcados de separações e distâncias entre pensar, agir, sentir e ser. No discurso cotidiano, repetimos irrefl etidamente que possuímos um corpo quando dizemos que ‘minha mão tem cinco dedos’, ‘minha cabeça dói’, ‘meus cabelos são negros’, etc. Sem notar, reforçamos diariamente que somos a voz silenciosa do espírito que habita nossas cabe-ças, vozes do ‘eu’ reconhecido na modernidade com sujeito, mente ou razão.Para o fi lósofo francês do século XVI, Rene Descartes, a mente era a responsável pelos processos cognitivos e o corpo era (apenas) o meio para que a mente se manifestasse e desenvolvesse.

Endereço: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/29070

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