Resumo

Intenciona-se percorrer alguns dos caminhos silenciados de corpos e culturas Brasis. Entre murmúrios, ventanias, relações eis o corpo, nossa expressão de vida. Corpos vivos e sensíveis. Frente a um caleidoscópio de opções, indagamos sobre o anuncio do corpo na história e cultura ancestral. Se ele se aproxima da manipulação, controle para a “formação de um corpo útil e submisso, ao enfatizar o aspecto anatômico-morfológico, descontextualizado da realidade sociocultural” (Silva, 2009,p.34) ou, de uma proposição emancipadora? A abordagem qualitativa privilegiou memórias de corpos e culturas como marcadores de lugar, emoções, sentimentos. Pegamos atalhos por florestas, rios, saberes atuais, futuros, ancestrais. Ritmos de corpos e culturas em dialogia acadêmica e poética. Objetivou-se refletir sobre corpos e culturas, aproximações histórias e filosóficas numa triangulação de saberes comunitários, ancestralidade, academia. As histórias e referências plurais, distintas das hegemônicas anuncia a relevância da pesquisa.

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