Resumo

As singularidades das necessidades de atenção à saúde que chegam ao SUS e a presença de teorias críticas em programas de pós-graduação que estabelecem relações entre ‘Educação Física’ e ‘Saúde Coletiva’ vêm provocando tensões nesse encontro, no qual há uma evidente disputa entre o biológico e o social (NOGUEIRA; BOSI, 2017). Podemos considerar que o encontro ‘Educação Física-Saúde Coletiva’ compõe um plano interpenetrado por linhas de força, no qual ocorrem fluxos de intensidade do desejo. Para o entendimento desses fluxos, utilizamos o referencial de Deleuze e Parnet (1998), que nos apresentam três tipos de linhas que operam no campo social: molares, de segmentaridade dura; moleculares, de segmentaridade flexível; e de fuga, linhas de maior declive. Essas linhas irão compor territórios

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