Resumo

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (2020), cerca de 47,3% da população brasileira maior de 18 anos é considerada insuficientemente ativa. Tendo em vista o ambiente universitário, um estudo de Santos et al. (2016) relata que apenas metade dos estudantes foram considerados ativos no lazer através de inquéritos nos anos de 2010, 2012 e 2014. Outros achados também destacam a preocupação com níveis indesejáveis de atividade física entre acadêmicos, influenciados por fatores como a demanda de atividades curriculares e as oportunidades de inserção no mercado de trabalho (DE SOUSA, et al. 2009). Para Wendt et al. (2019), o tipo de atividade física de adultos ativos varia de acordo com sexo, idade, escolaridade e região geográfica, ressaltando a necessidade de intervenções que considerem estas variáveis, criem oportunidades de experimentação baseadas nas preferências da população. Entender as atividades físicas mais comuns praticadas pelos universitários durante o lazer, bem como os fatores associados a essa prática, pode fornecer subsídios para o desenvolvimento de programas de intervenção nas universidades, visando alcançar aqueles que ainda não praticam ou têm baixos níveis de atividade física (FRANCO; DE SOUSA, 2018).

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