Frequência e preferência de atividades física-esportivas entre universitários no Litoral do Paraná
Por Evaldo José Ferreira Ribeiro Jr (Autor), Adriano Akira Ferreira Hino (Autor), Nícolas Coutinho Lomba (Autor), Alessandra Sumie Yamamoto (Autor).
Resumo
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (2020), cerca de 47,3% da população brasileira maior de 18 anos é considerada insuficientemente ativa. Tendo em vista o ambiente universitário, um estudo de Santos et al. (2016) relata que apenas metade dos estudantes foram considerados ativos no lazer através de inquéritos nos anos de 2010, 2012 e 2014. Outros achados também destacam a preocupação com níveis indesejáveis de atividade física entre acadêmicos, influenciados por fatores como a demanda de atividades curriculares e as oportunidades de inserção no mercado de trabalho (DE SOUSA, et al. 2009). Para Wendt et al. (2019), o tipo de atividade física de adultos ativos varia de acordo com sexo, idade, escolaridade e região geográfica, ressaltando a necessidade de intervenções que considerem estas variáveis, criem oportunidades de experimentação baseadas nas preferências da população. Entender as atividades físicas mais comuns praticadas pelos universitários durante o lazer, bem como os fatores associados a essa prática, pode fornecer subsídios para o desenvolvimento de programas de intervenção nas universidades, visando alcançar aqueles que ainda não praticam ou têm baixos níveis de atividade física (FRANCO; DE SOUSA, 2018).