Resumo

Este estudo analisa a medicalização contemporânea do emagrecimento a partir das “canetas emagrecedoras” como tecnologias biopolíticas. Busca-se compreender como esses dispositivos contribuem para a normalização da magreza, para a produção social da gordofobia e para a expansão de mercados vinculados ao emagrecimento. Adota-se uma abordagem bibliográfica crítica e teórico-documental, com base em notícias de mercado e normativas institucionais. As análises indicam que tais tecnologias operam como dispositivos de governamentalidade, influenciando práticas de cuidado e percepções sobre saúde. Nesse contexto, problematiza-se a crescente popularização das “canetas emagrecedoras”, evidenciando seus efeitos na intensificação de mecanismos de regulação corporal e na reprodução de desigualdades.

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