Resumo

Este artigo realiza uma revisão bibliográfica sobre a importância política e educativa dos jogos e brincadeiras na infância, analisando sua relação com a formação crítica e democrática. Metodologicamente, baseia-se em autores como Vigotski, Fernandes e Freire, além de estudos de caso sobre espaços lúdicos urbanos. Conclui-se que a ausência de políticas públicas para o brincar livre compromete a construção de cidadania, destacando a escola como espaço de resistência. Propõem-se ações como a criação de áreas seguras para brincadeiras e a integração de jogos cooperativos no currículo escolar.

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