O desafio do centro educacional de atenção multidisciplinar (ceam): experiência em foco

Por Arlete Carla dos Santos Araújo Ferreira (Autor), Luzimara de Fátima André dos Santos Oliveira (Autor), Mirtes Cabral Ribeiro (Autor).

Parte de Residência Intersetorial em Primeira Infância . páginas 182 - 191

Resumo

Sabe-se que a Política da Primeira Infância vem se tornando um tema cada vez mais central para os debates que envolvem a melhoria de qualidade na assistência às crianças com idade de 0 a 6 anos. Sua centralidade reside na percepção da melhoria das famílias nas condições políticas, econômicas e sociais das crianças de 0 a 6 anos de idade. Um dos desafios para as políticas públicas direcionadas às crianças e adolescentes refere-se à falta ou à dificuldade em se obter indicadores que apontem para o seu desenvolvimento integral. Com a Política da Primeira infância em 2016, celebra-se uma nova fase de políticas públicas ao articular ações que envolvem a Assistência Social, Educação e Saúde. O desenvolvimento da criança na primeira infância tem, portanto, papel decisivo na sua capacidade de aprender, adaptar-se a mudanças e demonstrar resiliência em situações difíceis. Ou seja, essa influência se dá não apenas em suas habilidades cognitivas, mas também em suas habilidades sociais e emocionais. A primeira infância é o período de maior desenvolvimento cerebral, onde ocorrem 90% das conexões neurais. As experiências vividas nesse período moldam o cérebro da criança e influenciam suas capacidades cognitivas, emocionais e sociais. 

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