Handebol

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Mesmo recentemente a nossa seleção feminina de Handebol conseguindo um feito inédito, sendo campeã mundial, e o Handebol sendo uma das modalidades mais praticadas no âmbito escolar o que falta para o Brasil se tornar um potência no esporte? Essa falha estaria no processo de formação desses atletas?

Comentários

Por Júlio de Oliveira Neves
em 02-02-2016, às 12h03.

O que falta no Handebol Brasileiro é o investimento. Devido à falta de investimento nesse esporte a mídia não se interessa, passa alguns jogos quando tem Campeonato Mundial mesmo assim, apenas em TV fechada. Além disso, têm a questão cultural, por mais que o Handebol seja difundido nas escolas brasileiras, o que o público prefere ver?  O futebol ainda tem uma predominância muito maior, logo, a mídia da mais ênfase para este. O que é deveras, errado.

Por Rômulo Fenandes Ferreira
em 02-02-2016, às 12h51.

 O grande problema para as outras modalidades em nosso país  é a cultura, o Brasil é mundialmente conhecido como país do futebol,mas creio que estamos indo em uma direção bem interessante quanto a quebra da hegemonia do futebol/futsal , apesar de ser o esporte mais fácil de ser praticado, mas com a realização dos jogos olímpicos no Brasil  vejo uma forte chance de esportes como o Handebol receber mais investimentos por parte de empresas e do nosso governo, o interesse de crianças e adolescentes pode despertar com jogos televisionados e atletas em suas cidades .

Por Ivo Eduardo Galvão Modesto
em 15-02-2016, às 10h12.

Ao meu ver o  problema é falta de uma boa administração do esporte, visto que o esporte é muito praticado em idade escolar, mas pouco difundida como esporte de redimento, há também a questão cultura que contribui para isso, mas a pior questão é sim as péssimas gestões de federações e confederação de handebol, existe uma superliga pífia como esta que temos, sei que o país é muito extenso é que ficaria muito caro para clubes estarem se deslocando para as regiões norte e nordeste, porém existe várias possibilidades de envolvimento  dessas regiões, no meu estado Pernambuco venho vendo o deseinteresse de praticantes pelo handebol pela falta de estrutua e por falta de copetições no nível de base. todo mundo sabe que a Federação é comandada por um Clube que manda e desmanda, ficando a seu critério todas as decisões referente ao esporte; não existe uma equipe abandonar a quadra em uma competição da federação e esta não sofrer nem um tipo de punição e sim os árbitros que nada tem haver com isso sofrerem sançõess servindo assim de "bode espiatório".

O cargo de gestor (presidente) não era pra ser como um cargo vitalíco, onde quem está no comanda faz de tudo para continuar por quantas reeleições tiverem até a morte, a prova está aí quem se perpetua no poder ao longo do tempo usa de estratégias duvidosas para permanecer no comando vários exemplos como CBF, FIFA, COMEBOL, entre outras, está aí para serem exemplo concreto, o esporte tem investimento do ministério embora menor que outros esportes, mas dá pra fazer, um exemplo da má gestão da CBHb foi o torneio 4 Nações que  seria transmitido pela SPORTV e não aconteceu porque o ginásio não suportou a chuva que ocorreu em Brasília, engraçado que no mesmo dia teve jogo da Superliga de Vôlei na mesma cidade sem ocorrer algum problema.

O dinheiro não é o maior problema do handebol brasileiro, mas sim a má gestão dele e do restante.

 

Por Ana Lúcia Padrão dos Santos
em 22-02-2016, às 15h26.

Oi Pessoal,

 

Em janeiro na USP tivemos o II Simpósio Internacional de Políticas Publicas para o Esporte, http://www.eefe.usp.br/lateca/sipear2016/.

 

Talvez vale-se a pena os responsáveis pela modalidade olharem todos os 9 pilares que levam ao sucesso no esporte e verificarem se o handebol tem se desenvolvido de uma maneira global. Um ou outro aspecto somente não resolvem. Os resultados do loooooooooooongo estudo, o qual tive oportunidade de participar explica a complexidade do tema.

Abraços handebolisticos.

Ana

 

Por Fabiano Silva Vilete
em 21-05-2016, às 09h22.

Um dos principais problemas enfrentado pelo handebol no Brasil, tanto feminino quanto masculino, é a falta de investimento e o pouco espaço na mídia nacional. Nos últimos anos nossas seleções, em especial a feminina que foi campeã do mundial em 2013 realizado na Sérvia, conquista inédita e até o momento única do nosso país, conseguiram algumas conquistas. No entanto ainda há muito o que ser conquistado e melhorado para que algum dia possamos ser comparados com as grandes potências mundiais. O handebol até possui um certo prestígio no âmbito escolar, embora seja em uma proporção muito menor do que o vôlei e o futebol por exemplo. Agora quando analisado como esporte de rendimento ele deixa muito a desejar e, nota-se uma grande desvalorização da modalidade. O que pode ser notado pelo fato de quando uma das atletas de nossa seleção, a ponteira Alexandra Nascimento, foi eleita melhor jogadora do mundo, após uma magnifica participação no mundial de 2011, pouco foi divulgada a conquista na mídia. É fundamental para que o senário dessa modalidade no país seja alterado uma mudança de ideologia e uma maior valorização desse esporte porte da população e da mídia, só assim os investimentos serão aumentados e nosso país terá maiores condições de buscar objetivos mais autos.

Por Fabiano Silva Vilete
em 11-06-2016, às 14h15.

A seleção masculina de handebol inicia hoje o que será provavelmente seu último teste antes das olimpíadas, como destaca a matéria abaixo. Então gostaria de saber se vocês acham que é possível que nossa seleção conquiste uma medalha.

 

Handebol masculino encara Pan como último teste para o Rio-2016

 

Publicado pela Tribuna Paraná Online em: 10/06/2016 - 16h24 Atualizado 10/06/2016 - 16h24.

A seleção brasileira masculina começa neste sábado mais um teste visando os Jogos Olímpicos do Rio. A equipe, comandada pelo técnico espanhol Jordi Ribera, disputa o Campeonato Pan-Americano, em Buenos Aires, na Argentina, já de olho no Rio-2016. Além disso, há a necessidade de subir ao pódio para garantir lugar no Mundial de 2017.

 

"O Pan-Americano distribui três vagas para o Mundial da França e esse é sempre o primeiro objetivo. Depois, como é normal, queremos tentar ganhar o campeonato. Nestes últimos anos sempre tivemos uma briga na final contra a Argentina. Mas, antes de chegar lá, será uma competição longa e para nós será muito importante para podermos praticar algumas coisas que temos feito durante os treinamentos", explicou.

 

Na primeira fase, o Brasil não deve ter trabalho contra Paraguai, Porto Rico, Colômbia, EUA e Uruguai. A semifinal está marcada para o dia 18, sábado, possivelmente diante de Chile ou Argentina.

 

"Estamos com uma equipe jovem e muito qualificada, que está competindo lá fora, adquirindo uma boa experiência e, com certeza, trazendo isso para a seleção. A nossa filosofia de trabalho é outra desde a chegada do Jordi e isso fez o time crescer. O importante é acreditarmos no que temos feito", destaca o goleiro Maik. Dos 18 jogadores convocados, só três atuam em clubes brasileiros. A base da equipe está na Europa.

Por Douglas Magno da Silva Ferreira
em 29-06-2016, às 11h41.

É fato que o nível do handebol brasileiro melhorou muito e dentre as modalidades coletivas mais representativas no país (basquete, vôlei, futsal e futebol) o handebol foi a que mais cresceu. Tendo a melhor campanha de todos os tempos nos Jogos Olímpicos de Londres, jogando de igual para igual com todas as potências mundiais e conseguindo o inédito 1º lugar no mundial em 2013. Para o Brasil se tornar uma potência neste esporte precisa-se de incentivo ao treinamento e aos atletas, um exemplo seria o financeiro, os órgãos governamentais com incentivos ficais e apoio de patrocínios para os atletas na maioria das vezes é zero. Falta campeonatos brasileiros incentivando assim o esporte em âmbito nacional. A falta de incentivo também nas escolas. Outro ponto que se vale ressaltar é o pouco caso e a falta de espaço nas redes de comunicação. A falha não está relacionada ao processo de formação dos atletas e sim do retorno que a pratica desse esporte irão proporcionar para sua vida.

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